Afterworld recebe primeiro teste jogável e mostra-se ainda numa fase muito precoce
Afterworld, o próximo grande jogo de estratégia da Paradox, já teve direito a um primeiro contacto jogável — mas a versão mostrada está ainda numa fase muito precoce.
O jogo decorre numa América do Norte pós-catástrofe e mistura elementos de RTS e grand strategy, com o objetivo de reconstruir o mundo de várias formas possíveis. Entre as possibilidades referidas estão a terraformação, a construção de sociedades e até caminhos mais extremos, como o canibalismo.
Na demonstração apresentada, era possível escolher uma origem inicial para o grupo de sobreviventes, sendo o exemplo disponível Shelterborn. Esta origem parte de uma comunidade que viveu escondida durante cerca de 100 anos, obrigada agora a regressar à superfície quando os sistemas de suporte de vida começam a falhar.
O sistema de progressão inclui tradições, valores e costumes, que definem aquilo que o grupo consegue fazer, a forma como se posiciona ideologicamente e a maneira como essas características evoluem. Também é possível assimilar outros grupos, o que afeta a coesão interna e pode desencadear crises.
Entre as figuras mais relevantes deste mundo estão os Ancients, sobreviventes do mundo anterior que prolongaram a sua vida de forma anormal e perseguem os seus próprios objetivos. Um deles, Farouk the American, quer restaurar os Estados Unidos à sua imagem; Lily of the Parks tenta reverter a devastação ecológica.
A build mostrada foi descrita como extremamente precoce, com várias mecânicas ainda pouco afinadas e com muito sistema por explorar. Ainda assim, Afterworld já revela uma base ambiciosa para uma nova série de grande estratégia.
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